há um temporal nos meus olhos
e os rios escorrem
tão serenos
como a forma que nunca aprendi a amar.meu amor é um tsunami
e eu, resultado da devastação.há um temporal
e nuvens que me nublam
impedem minha respiração,
me lanço nelas e vôo ao abismo do desespero
onde me esmago,
engasgo, sufoco, perco.há um temporal
que me mostra
o quanto sou capaz
de me destruir.
e sou mesmo
mas eu não nasci para ser destruída,
nem por mim
nem por ninguém.
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